
Depois de entrar mudo e sair calado no desastroso segundo filme das Panteras, e de ter uma participação razoável no simpático Simplesmente Amor (Love Actually), eis que Rodrigo Santoro detona em 300, filme baseado na graphic novel de Frank Miller, que será visto por milhões de pessoas em todo mundo. Graças ao grande sucesso desse filme, que já rendeu mais de US$ 160 milhões em apenas 17 dias de exibição, somente nos Estados Unidos, Rodrigo Santoro e Gerard Butler – que interpreta seu antagonista, Leônidas – já despertam maior atenção de Hollywood.
Em depoimento à jornalista Beatriz Coelho Silva, de O Estado de S.Paulo, Santoro declarou que não contracenou com outros atores, pois seu personagem é um gigante de três metros, e teve que filmar num fundo azul. Assim utilizou o livro de Frank Miller como referência. “Em 300, me interessava viver uma criatura mitológica, vinda de uma história em quadrinho, coisa que eu nunca tinha feito. Contracenar com uma parede azul exige muita fé, para falar de exércitos e multidões que não estão ali. Ao mesmo tempo, o desenho de Frank Miller dava uma base muito sólida.” (Clique neste depoimento para ler o texto completo)
Rodrigo estará novamente nas telas dos cinemas brasileiros no filme Não Por Acaso, contracenando com Leonardo Medeiros e Letícia Sabatella. Para saber mais visite a página deste filme nos sites Adoro Cinema e Cinema com Rapadura. E veja o trailer clicando aqui.
Para baixar wallpapers do filme 300, clique nos links abaixo:
> Os 300 de Esparta invadem os cinemas
> Os 300 de Esparta – A história de Miller
> Um gigante em 300
> 300 bate 007
Visite também o site oficial do filme.
Para conhecer mais o ator brasileiro visite os links abaixo:
> Rodrigo Santoro no Internet Movie DataBase e na Wikipedia em português e em inglês (in english).
> Verbete do ator na “Lostpédia” – A enciclopédia (!) do seriado Lost em português.
> Página do ator no site Adoro Cinema.
Leia o belo texto abaixo, publicado em janeiro de 1971 na revista O Judoka nº22, da Ebal, sobre o Suplemento Juvenil e o I Congresso Internacional de Histórias em Quadrinhos que aconteceu no Museu de Arte de São Paulo (MASP) em novembro de 1970. O texto acaba sendo uma pequena homenagem ao grande desenhista Monteiro Filho:

“Os siderados, os conhecedores, os estudiosos das histórias-em-quadrinhos, sediaram a época em que apareceu o Suplemento Juvenil, no Rio, como a Época de Ouro – 1934-1940. E foi assim que apareceu no grande cartaz da Exposição do Museu de Arte de São Paulo, quando da realização do Congresso Internacional de Histórias-em-Quadrinhos. O homem a quem se deve essa Época de Ouro, atual Diretor da Editora Brasil-América, aqui aparece em frente ao painel, revendo os nomes dos seus colaboradores daquele tempo: J.Carlos, Carlos A. Thiré, Francisco Aquarone, Israel Ferreira, Luís Sá, Renato Silva, Rodolfo Iltscke, Sigismundo Walpetéris, Solón Botelho, Théo, Monteiro Filho e quantos outros! De todos, Monteiro Filho até agora continua conosco, cada vez melhor, cada vez mais amigo, cada vez mais trabalhador. Felizes os homens de empresa que têm um Monteiro Filho ao seu lado! E o Diretor da Ebal é um homem feliz.”
Clique na foto acima para ampliá-la
Arquivado em: Comics - Quadrinhos, Desenhistas, Ebal, Jayme Cortez | Tags: Ebal, I Congresso Internacional de Histórias em Quadrinhos, José Mojica Marins, Notícias em Quadrinhos, O Judoka

Na revista O Judoka, nº23, de Fevereiro de 1971, publicada pela Ebal, ainda se liam os ecos do I Congresso Internacional de Histórias em Quadrinhos. Nessa edição foi publicada na seção Notícias em Quadrinhos a foto ao lado (clique nela para ampliá-la) com o seguinte texto:
“É o Jayme Cortez, com certeza. É com certeza o Jayme Cortez. Dono de um desenho espontâneo, livre, estilizado, acadêmico no bom sentido, dominando várias técnicas. A ele, devem-se algumas das melhores histórias-em-quadrinhos nacionais. Dele, são as capas e as ilustrações dos romances de José Mauro de Vasconcelos. Aí vemos o Cortez, sentado abaixo de telas pintadas pelo Leonardo, reproduzindo quadrinhos importantes.”
Esse texto é uma pequena pérola, uma homenagem a um grande desenhista… Jayme Cortez era português e além de ser um dos maiores ilustradores do Brasil, ele trabalhou como ator! É isso mesmo! Convidado por José Mojica Marins, o desenhista dos cartazes de seus filmes atuou em duas produções do Zé do Caixão.
Para ler mais sobre Jayme Cortez visite os links abaixo, mas comece pelo Nostalgia do Terror, onde há uma reprodução da primeira página de Zodiako e uma pequena biografia no link Quem é Quem, que surge num popup depois de clicar sobre a foto do mestre (que, aliás, está ao lado de outros grandes mestres do terror):
Wikipédia - Lambiek – Quadrinhos’51 – Jornal da ABI
Tanto nos Estados Unidos como no Brasil, Os Simpsons – O Filme já tem data de estréia marcada. Enquanto que lá o filme chega aos cinemas no dia 27 de julho, aqui ele estréia três semanas depois, no dia 17 de agosto. Segundo o próprio site da Fox no Brasil (que, por sinal é bem fraquinho), esta produção “é a maior aposta da Fox para 2007″. E pelo trailer que está disponível na internet, essa versão cinematográfica tem tudo para agradar a quem gosta da família mais animada da TV.
A primeira aparição de Os Simpsons aconteceu dentro de um programa de televisão norte-americano, em 19 de abril de 1987, quando foi exibido o primeiro curta animado com os personagens. Com o grande sucesso, a Fox resolveu transformá-la em série e,
vinte anos depois, chega aos cinemas.
Matt Groening criou os Simpsons à imagem e semelhança de sua própria família, sendo que ele próprio seria o Bart. Fico imaginando como seria o pai dele na realidade… Será que existe alguém tão estúpido quanto o Homer?
Para saber mais sobre os Simpsons visite um site exclusivo para a série que foi criado em cima da plataforma Wiki: é o Wikisimpsons.
Visite também o verbete na Wikipedia e o site The Simpsons Arquive. Para ler mais e baixar um wallpaper, clique aqui.
Está chegando a hora de Shrek voltar aos cinemas. Aliás, este ano cinematográfico promete, para quem gosta de animação e de filmes baseados em quadrinhos. Já fomos apresentados ao Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider) e estão aportando nos cinemas 300, baseado na obra de Frank Miller; Quarteto Fantático e Homem Aranha, entre outros. Shrek, o Terceiro chega em maio nos EUA. Mas, se você ainda não conhece o site do personagem, faça já uma visita e divirta-se (clique no nome do filme, em vermelho). Lá você vai encontrar os trailers de todos os filmes produzidos e a área de downloads está recheada de ótimos
wallpapers. São nada menos do que 24 papéis de parede e um extra, mais infantil, na área “Kids”. Há também ícones, um screen saver (até o momento) além de outras imagens (como as que ilustram este texto). No trailer você verá Branca de Neve em ação e irá descobrir que o casamento do burro com a dragoa (sim… este é o feminino de “dragão”), frutificou. Ah! E Shrek também não fica atrás: a cena em que ele encontra o filho num carrinho de bebê é muito engraçada; é de matar o bebê de Rosemary de inveja. Portanto, vá conhecer o mundo de Shrek na internet.
Arquivado em: Batman, blogosfera, Comics - Quadrinhos, DC, Internet | Tags: Batman - O Cavaleiro das Trevas, Comics, DC, Frank Miller, homem-morcego, Rio de Janeiro, The Dark Knight
Há um site excelente na internet que todo brasileiro deveria conhecer: Deu no Jornal. Ele é mantido pela Transparência Brasil, uma organização independente, criada no ano 2000 por um grupo de indivíduos e organizações não-governamentais comprometidos com o combate à corrupção.
Esse site tem um blog editado por Marcelo Soares (que também deveria ser visitado com freqüência), onde recentemente foi publicado um texto bem interessante que traça um paralelo entre Batman, O Cavaleiro das Trevas – a obra prima de Frank Miller lançada pela primeira vez no Brasil em 87 – e a atual onda de violência que assola cidades com Rio de Janeiro e São Paulo.
O texto noticia o relançamento desse álbum pela Panini Comics, num volume de luxo que a editora chama de “versão definitiva” (tem até capa dura e alguns extras) e reúne tanto a primeira (e espetacular) história que colocou definitivamente Frank Miller entre os monstros sagrados dos quadrinhos, como aquela continuação sem propósito, chamada DK2.
Mas o autor do blog não deixa escapar a oportunidade de falar do terror que a população brasileira vive (ou sobrevive). Leia o trecho abaixo e clique no texto para ler o artigo completo:
A violência que aterroriza cariocas, paulistas e cidadãos brasileiros, faz refém a democracia e a cidadania, e revela a face cruel de políticos desinteressados em tratar o problema de frente.
Para ler mais sobre a obra genial de Frank Miller, clique aqui. Leia na Wikipedia o verbete sobre Miller.
Baixe papéis de parede do Batman, clicando aqui.
Arquivado em: Marvel, Motoqueiro Fantasma/Ghost Rider | Tags: Dick Ayers, Ghot Rider, Jonny Blaze, Marvel Comics, Motoqueiro Fantasma, Nicolas Cage, Peter Fonda, Sam Elliot, Vera Mendes
Estréia hoje nos cinemas o filme do Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider), uma adaptação dos quadrinhos da Marvel Comics e que é uma boa surpresa, pois o roteiro procura manter-se fiel ao personagem (diferente do que tem acontecido com uma boa parte dos filmes baseados nos comics). Nicolas Cage encarna o personagem com aquela cara de sofredor que ele sabe fazer muito bem. Ele faz o básico para dar vida a Jonny Blaze e coloca um certa dose de ironia no personagem. Vera Mendes, o par romântico de Blaze, é deslumbrante (para dizer o mínimo). Mas, uma boa parte da crítica (principalmente a americana) detestou o filme e a ”atuação” de Cage (esses críticos são muito ranzinzas ou não entendem nada de quadrinhos…). Realmente não há nada de mirabolante na história, apenas o necessário para um entretenimento eficaz e que respeita o personagem! A caveira flamejante cumpre sua função, embora eu tenha detestado a solução que a turma dos efeitos especias deu para as mãos do motoqueiro; preferia que ele usasse luvas, como nos quadrinhos.
Quem escreveu muitíssimo bem sobre o filme, foi a jornalista Flávia Guerra, do jornal O Estado de S.Paulo, em sua resenha que você pode ler aqui. Ela mostra que conhece o personagem e que está por dentro ao destacar as ótimas e fundamentais participações de Peter Fonda e Sam Elliot.
Mas, poucos perceberam a grande sacada do filme! Foi muito boa a idéia de homenagear o Ghost Rider original, incluindo um misterioso personagem que orienta Blaze no início de sua jornada. Pois é… o Ghost Rider original é um pistoleiro criado pelo desenhista Dick Ayers e o escritor e editor Vince Sullivan em 1950, inspirados pelo grande sucesso musical da época, Ghost Riders in the Sky, canção que os produtores do filme incluíram, espertamente, na trilha sonora.
A revista do cavaleiro de branco foi publicada pela Magazine Enterprises e durou até que o famigerado Comics Code (um absurdo código de ética norte-americano instituído para manter “a moral e os bons costumes” nas publicações) eliminasse, uma a uma, todas as publicações com histórias de terror, levando muitas editoras à falência.
Em 1967 Dick Ayers já estava na Marvel e o código havia perdido a força. Assim ele pôde retornar com o personagem numa nova fase, que durou pouco. No início da década de 70 surgiria, finalmente, o novo Motoqueiro Fantasma na revista Marvel Spotlight.
Para saber mais, visite os links abaixo:
Ghost Rider na Wikipedia – artigo completíssimo
Reproduções das capas das revistas do personagem no site The Grand Comics Database Project: Ghost Rider de 1950, de 1967, de 1973.
International Hero – Texto sobre o primeiro Ghost Rider
Marvel Directory – Sobre o motoqueiro
Captain Comics – Um texto esclarecedor sobre os personagens
O cowboy no Toonopedia
E para baixar papéis de parede do Motoqueiro Fantasma, clique aqui, aqui ou aqui.












