Arquivado em: Arqueiro Verde/Green Arrow, Batman, Comics - Quadrinhos, DC, Gavião Negro/Hawkman, Super-Homem/Superman | Tags: Black Canary, Black Lightning, Canário Negro, Green Arrow, Hawkman, Invictus, Jim Aparo, Raio Negro, Rastejador, Robin, Shazam!, Steve Ditko, The Creeper, World's Finest Comics

A revista World’s Finest, da DC Comics, foi lançada nos Estados Unidos em 1941 quase como um almanaque de 96 páginas e publicada até janeiro de 1986. A primeira edição saiu com o nome de World’s Best Comics, mas já no número 2 a revista ganhou seu nome definitivo. Ela foi criada para publicar, principalmente, as aventuras dos dois principais personagens da editora: Super-Homem e Batman – e seu parceiro Robin –, inicialmente em histórias separadas. Com a diminuição do número de páginas a partir da edição 71 (de julho de 1954), Batman e Super-Homem passaram a dividir as mesmas aventuras juntos. Várias dessas histórias foram publicadas no Brasil pela revista Invictus, da Ebal.
A partir da década de 70, outros heróis passaram a fazer parte do cardápio da revista, entre eles, Lanterna Verde, Arqueiro Verde, Aquaman, Mulher Maravilha, Doutor Destino, Gavião Negro, Ajax o Marciano. A partir da edição 244, a World’s Finest passou a fazer parte do grupo de revistas da DC chamadas de “Dollar Comic” por causa do aumento do número de páginas, da quantidade de histórias por edição e do aumento de preço também: a revista passou a custar 1 dólar.
Nessa época, algumas edições apresentaram uma novidade: a capa da revista continuava sua ação na quarta capa, como os dois exemplos que ilustram este texto. A capa do alto é da edição 253, de novembro de 1978, que trazia histórias de Batman & Super-Homem; Arqueiro Verde & Canário Negro; o Rastejador (The Creeper, do Steve Ditko); e Capitão Marvel. Já a capa de baixo é da edição 257, de Julho de 1979, que além do Homem-Morgego e do Filho de Kripton, trazia as aventuras do Raio Negro, Arqueiro Verde, Gavião Negro e Capitão Marvel.
As duas capas foram desenhadas por Jim Aparo, mas a maioria das histórias que a revista publicava não eram boas.

Essas imagens podem ser baixadas em ótima resolução. Para tanto, basta clicar nelas.
Arquivado em: Agente 86, Cinema - Filmes, Trailers - Vídeos | Tags: 99, Agente 86, Alan Arkin, Anne Hathaway, Don Adams, Dwayne Johnson, Maxwell Smart, Mell Brooks, Pequena Miss Sunshine, Peter Segal, Shazam!, Steve Carrell
Como pode ser conferido no novo trailer divulgado pela Warner (abaixo), Steve Carell é a escolha perfeita para viver o atrapalhado agente Maxwell Smart, imortalizado por Don Adams na série de TV criada pelo lendário comediante Mell Brooks. Ao seu lado, além da bela Anne Hathaway, estão Alan Arkin, como o Chefe, e Dwayne Johnson, como o cabeça-de-bagre Agente 23.
Esta é a segunda vez que Arkin trabalha ao lado de Carrell no cinema. A primeira foi no premiado Pequena Miss Sunshine, filme pelo qual o veterando ator foi o vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante interpretando o impagável avô que ensina à netinha uma coreografia um tanto… digamos… avançada para a idade da menina. Já Dwayne Johnson voltará a trabalhar com Peter Segal, diretor de Agente 86, no anunciado Shazam!, onde viverá o inimigo do Capitão Marvel.
Clique aqui para baixar fotos em alta resolução do filme Agente 86 e aqui para ir ao site oficial do filme. Clique no poster acima para ampliá-lo.
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Arquivado em: Álvaro de Moya, Capitão América/Captain America, Comics - Quadrinhos, Ebal, Marvel | Tags: Captain America, Debates, Ebal, Gene Colan, Homem de Ferro, Iron Man, Jô Soares, Joe Sinnott, Marvel, Shazam!, Stan Lee, Thor

Reli o capítulo de autoria de Jô Soares no livro Shazam!, de Álvaro de Moya (série Debates; Editora Perspectiva), onde ele escreve sobre o ressurgimento do Capitão América e suas conseqüências. Lá pelas tantas, ao comentar sobre o retorno do “moderno deus da guerra” após o ostracismo que o personagem viveu quando terminou a Segunda Guerra Mundial ao “passar por um longo período de hibernação”, o autor pergunta (mas não responde): “Terá a sua reaparição alguma coisa a ver com a participação dos EUA no Vietnã?”. Não satisfeito, Jô continua a questionar: “Que rumo tomaria a crise no sudoeste asiático com a participação ativa do Capitão América?”. No final de sua análise, Jô levanta apenas duas saídas: “ou o Capitão América, evocando suas glórias passadas, desperta novamente o antigo chauvinismo (…) ou terá que travar uma luta solitária e suicida nos pantanais do Vietnã”.
Na imagem acima (clique nela para ampliá-la) vemos um Capitão em dúvida existencial e ideológica em pleno final da década de 60, e esse fato foi um marco para os quadrinhos (a revista foi lançada em dezembro de 1969 nos EUA). A história – de Stan Lee, magistralmente ilustrada por Gene Colan e Joe Sinnott – se chama O Ferrão do Escorpião e foi publicada, no Brasil, na revista A Maior nº5, da Editora Brasil-América, em outubro de 1970. O herói-bandeira se perguntava se os rebeldes estavam errados e lamentava: “não fui ensinado a aceitar as regras de hoje em dia!”, para depois colocar em dúvida tudo pelo qual lutou: ”talvez fôsse melhor eu ter lutado menos e perguntado mais”.
Hoje, 35 anos depois do lançamento do livro de Álvaro de Moya, parece que o Capitão despertou de vez o antigo chauvinismo (será que algum dia esse fanatismo americano esteve adormecido?) e está mais decidido do que nunca a lutar contra os inimigos da (estátua da) liberdade. Deve ser por isso que os EUA tem um saldo tão positivo na Guerra do Iraque.
PS: A revista A Maior também trazia as aventuras do Homem de Ferro e Thor.
Para baixar papéis de parede do Capitão América, clique aqui.












