Mais duas fotos do “Álbum de Família”

Com estas duas, encerro a publicação da série de fotos que selecionei na página Álbum de Família da Edição Comemorativa do Cinqüentenário de Publicação do Suplemento Infantil de A Nação:
Adolfo Aizen, Austregésilo de Athayde e Josué Montell
Adolfo Aizen, Austregésilo de Athayde e Josué Montello

Aizen é premiado na Academia Brasileira de Letras. Eis a legenda publicada:
A Medalha Machado de Assis da Academia Brasileira de Letras é entregue a Adolfo Aizen pelo presidente daquela instituição, Dr. Austregésilo de Athayde. Ao lado, o acadêmico Josué Montello.
Clique aqui para ampliar a foto.

Adolfo Aizen e Monteiro Filho
Com Monteiro Filho, em 1984

Aizen aparece ao lado do grande desenhista Monteiro Filho, nesta foto de 1984. A legenda publicada na página Álbum de Família é a seguinte:
15 dias antes da impressão desta Edição Comemorativa do Cinquentenário, Adolfo Aizen e A. Monteiro Filho são fotografados, no museu de HQ da Ebal, por Ywaltair de Barros Muniz (35 anos trabalhando na Editora Brasil-América).
Clique aqui para ampliar a foto.

Anúncios

Adolfo Aizen e Herbert Moses

O grande jornalista Herbert Moses, então presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), aparece na foto publicada na página “Álbum de Família” da Edição Comemorativa do Cinqüentenário de Publicação do Suplemento Infantil do jornal carioca A Nação, ao lado de Adolfo Aizen, num jantar oferecido ao futuro criador do Suplemento Juvenil.Herbert Moses presente ao jantar em homenagem a Adolfo Aizen
Clique aqui para ampliar a foto

Na legenda, lê-se o seguinte:
Jantar oferecido a Adolfo Aizen, pelos seus amigos, no Bar das Flores, em agosto de 1933. Razão: escolha do seu nome pelo Comitê de Imprensa do Touring Club do Brasil, para uma viagem aos Estados Unidos, representando os jornais e revistas do País. Sentados, da esquerda para a direita: Harold Daltro, Hildebrando de Lima, Povina Cavalcanti, Herbert Moses, Adolfo Aizen (o homenageado), Afonso Costa, Berilo Neves, Ribeiro Couto, Paulo Magalhães. De pé, na mesma ordem: Abellard Filho, Amorim Neto, R. Magalhães Júnior, Márcio Reis e Walter Bellucci.

Um grande ator

Raul Cortez em A Rainha da SucataO desenho ao lado, que fiz do Raul Cortez, foi publicado no dia 8 de julho de 1990 na Revista da Tevê, do jornal O Globo, onde trabalhei por 11 anos. A nota que essa charge ilustrava fazia alusão à participação do ator em um grande sucesso da Globo, a novela Rainha da Sucata. Abaixo reproduzo o texto publicado à época.

Raul nasceu no dia 28 de agosto de 1932 e morreu ontem, dia 18. Publiquei em outro blog que mantenho, uma pequena homenagem ao grande ator. Para ir ao outro blog, clique aqui.

Para ampliar a imagem ao lado, clique aqui.

• Um grande susto aguarda Jonas em Rainha da Sucata: todos os disquetes do computador que usa em suas investigações serão roubados. Mas o responsável por isto, Renato (Daniel Filho) terá uma grande decepção ao tentar desvendar o mistério do mordomo do computador da Do Carmos Veículos. “E o que deixará o telespectador intrigado é a rapidez com que o meu personagem vai recuperar os disquetes, mantendo, assim, o segredo que o vincula aos Figueiroa”, adianta Raul Cortez. O ator já está pensando em ter aulas de computação para dar mais realismo às cenas de Jonas: “Além do tarô e do japonês, acho que vou inserir mais essa atividade na minha agenda.” E brincou: “Só fico imaginando o que não faria o Jofre, meu vilão em A, E, I, O… Urca, se tivesse uma maquininha dessas nos anos 40…”

Uma vida dedicada aos quadrinhos

A foto abaixo foi publicada na página “Álbum de Família” da Edição Comemorativa do Cinqüentenário de Publicação do Suplemento Infantil, do jornal A Nação, transformado em Suplemento Juvenil a partir do número 15. Textos escritos por Solon Leontsinis, Naumim Aizen e Otacílio d’Assunção Barros, o Ota do Mad.

Adolfo Aizen e seu prêmio Yellow Kid, ao lado de Jayme Cortez

Clique AQUI para fazer o download da foto acima em tamanho grande.

Na legenda da foto lê-se:
Em 1975, o 11º Salão Internacional de Lucca, Itália, concede o Prêmio Yellow Kid Especial, “Uma Vida Dedicada aos Quadrinhos”, a Adolfo Aizen. Recebido em seu nome pelo ilustrador Jayme Cortez, este o entrega a A. A. durante festa realizada na sede da Editora Brasil-América (EBAL).

Mais links: Jayme Cortez e Ebal na Wikipédia. Adolfo Aizen no site Gibindex.

Vae acabar o mundo

Primeiro quadrinho de Flash Gordon no Planeta Mongo, de Alex Raymond

A primeira aventura do segundo herói espacial das histórias em quadrinhos*, Flash Gordon no Planeta Mongo, de Alex Raymond, foi lançada no Brasil através do trabalho pioneiro do jornalista Adolfo Aizen que publicou a série a partir do terceiro número do Suplemento Infantil (que mais tarde passaria a se chamar Suplemento Juvenil), em 28 de março de 1934, portanto 80 dias após a sua publicação nos Estados Unidos. Isso foi um grande feito para os padrões da época. Os leitores brasileiros tiveram a oportunidade de conhecer um dos maiores personagens da era de ouro dos quadrinhos antes de países como a França e a Inglaterra.

Podemos dizer que foi graças a esse personagem que a saga multimilionária de George Lucas – Guerra nas Estrelas – chegou às telas de cinema. É que o diretor, que sempre foi fã de Flash Gordon, queria filmar as aventuras espaciais do herói, mas o produtor Dino de Laurentis, que na época detinha os direitos do personagem para cinema, não topou. Frustrado, mas não derrotado, Lucas criou sua própria saga e inesquecíveis personagens, como Luke Skywalker, Hans Solo e Princesa Leia.
(Para ir à página de Guerra nas Estrelas no site Adoro Cinema, clique no link)

* O primeiro herói espacial foi Buck Rogers…

De volta ao Planeta Mongo

Ming em carne, osso e bigode.Lá se vão mais de 72 anos desde que Dr. Zarkov e o atlético Flash Gordon chegaram ao Planeta Mongo e iniciaram uma verdadeira revolução para derrubar o tirano Ming. E conseguiram, com a ajuda dos povos fantásticos que habitam o planeta.

Bom, depois que Ming foi derrotado o Planeta Mongo parecia que iria viver uma era de paz. Mas, depois de tantos anos de ditadura e corrupção, Mongo não conseguiu ainda encontrar seu caminho. Naquela época ele já era chamado de “o planeta do futuro”, mas seus políticos não honram o voto que recebem da população sofrida, e a cada dia que passa, a imprensa denuncia uma nova fraude. Há desvios de verbas públicas e escândalos inimagináveis. Seu atual imperador, Loliginídeo I, o cefalópode, (lá os imperadores são eleitos pelo povo, mas democracia ainda parece algo que engatinha) alega inocência, apesar da descoberta de que seus principais ministros montaram uma verdadeira máquina de corrupação para que o partido que eles representam continue se perpetuando no poder. Loliginídeo I se diz traído e afirma que nunca percebeu nenhuma maracutaia. “Confiei em meus assessores cegamente!”, afirmou.

Vai acreditar nessa história!

Pode parecer mentira que algo assim possa acontecer, mas isso é a mais pura verdade! Ainda bem que eu moro no Brasil (Planeta Terra) e estou longe de toda essa história.

Quem me envia notícias do Planeta Mongo é Zarkov, que voltou para lá assim que Flash desistiu de jogar futebol americano. Hoje o cientista estaria com aproximadamente 130 anos, se ele não vivesse em Mongo, mas como lá cada ano corresponde a 50 anos da Terra, ele está muito conservado! Esse, aliás, é um bom motivo para viver naquele planetinha subdesenvolvido!

Categorias Sem categoria