Argentinos no Anima Mundi

Uma dos momentos mais engraçados da apresentação do Fernando Caruso durante a abertura do Anima Mundi, foi quando ele fez algumas brincadeiras com os hermanos, para informar à platéia que nesta edição do Festival a produção argentina estará bem representada com doze filmes. E, como prometi aqui, publico outro trecho do press-release que recebi da assessoria de imprensa do Anima Mundi. Desta vez sobre os filmes argentinos, incluindo os dois longas que não estarão em competição. Leia:

Co-produzido pela Espanha e baseado no poema gauchesco de José Hérnandez, Martín Fierro (imagem acima), de Norman Ruiz e Liliana Romero, é um dos mais belos exemplares da nova safra da animação argentina, ainda desconhecida por aqui. O público vai ficar surpreso com o documentário anglo-italiano Quirino Cristiani, de Gabriele Zucchelli. O personagem-título é o pioneiro argentino que fez o primeiro longa-metragem de animação do cinema, que lamentavelmente foi perdido. É uma história que só recentemente se tornou conhecida.

No total, a Argentina participa do Anima Mundi com 12 filmes, formando um bom painel do que se tem produzido por lá hoje. De Fear (Curtas 12), animê à japonesa de Agustin Graham, à cartunesca, de forte crítica social El empleo (Curtas 15), de Santiago Bou Grasso, passando pela animação infantil em stop-motion 2 metros (Infantil 4), de Javier Mrad, Javier Salazar e Eduardo Maraggi e o visual grafite de rua de Los pecadores (Curtas 8), de Pablo Polledri.

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