Ano 2012, Corrida Mortal

Jason Statham como Frankenstein - CLIQUE PARA AMPLIAR ESTA FOTO
CLIQUE PARA AMPLIAR ESTA FOTOAmanhã estréia Corrida Mortal, filme de Paul W.S. Anderson baseado no clássico trash-movie Ano 2000 – Corrida da Morte (Death Race 2000), dirigido por Paul Bartel e produzido pelo lendário Roger Corman em 1975. A nova produção chega ao Brasil com uma péssima carreira nos Estados Unidos. Lá, o filme teve uma bilheteria medíocre, arrecadando pouco mais de US$33 milhões em 24 dias em cartaz. Diferente da versão original, que é assumidamente despretenciosa e politicamente incorreta, a nova Corrida Mortal é soturna e se leva a sério demais. Mas tem aquele clima violento de muitos games famosos. Justamente por isso, quem gosta de games de corridas malucas e selvagens, pode se divertir muito com o filme.
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A história se passa daqui a quatro anos, quando os Estados Unidos estarão mergulhados numa profunda CLIQUE PARA AMPLIAR ESTA FOTOcrise econômica onde fábricas fecharão todos os dias deixando milhões de trabalhadores desempregados (Ok, ok… isto é uma ficção e não tem nada a ver com o que está acontecendo hoje na economia americana). Numa dessas fábricas trabalhava Jensen Ames (Jason Statham) que, no mesmo dia em que perde o emprego, perde também sua mulher, assassinada por um misterioso criminoso. Pior: ele leva a culpa pelo crime e é enviado a uma prisão dirigida pela inescrupulosa Warden Hennessey (Joan Allen), que criou um dos maiores sucessos americanos desse futuro caótico: a tal Corrida Mortal, uma disputa num circuito dentro da prisão onde a única regra é não haver regras. Ali vale tudo e somente quem conseguir sobreviver e vencer cinco vezes ganhará o prêmio máximo: a liberdade!
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Natalie Martinez - CLIQUE PARA AMPLIAR ESTA FOTO EM ALTA RESOLUÇÃOCada corredor tem sua equipe, um carro-arsenal-blindado e uma co-piloto selecionada entre as meninas-más de uma prisão feminina. Para a sorte dos corredores e prisioneiros, todas são gostosas, fazem caras e bocas e andam em câmera lenta. Depois das primeiras voltas, as armas são liberadas e a carnificina aumenta. Mas, ao contrário do filme de 1975, só há uma morte engraçadinha (ela é mostrada no fim do trailer). A versão original, ao contrário, prima pela criatividade nas mortes, já que o vencedor dessa corrida é o piloto que… atropela mais pessoas!!! Mulheres atropeladas valem menos pontos, mas velhinhos (de qualquer sexo) valem a pontuação máxima! Isso pode ser engraçado? Pode. E é completamente “politicamente incorreto” também. O mestre Roger Corman era especialista nesse tipo de filme: o grotesco com molho de tomate pra todo lado. A corrida atravessava o continente e muitas pessoas iam para as estradas desafiar o perigo e provocar os pilotos. Claro que isso geralmente acabava num atropelamento maluco para o deleite da platéia no cinema. Assim como na nova versão, dois pilotos buscavam a vitória a qualquer preço: Frankenstein, interpretado por David Carradine (Kill Bill), famoso na época pela série Kung Fu, e o rival Joe “Metralhadora” Viturbo, interpretado por Sylvester Stallone, que no ano seguinte ganharia fama por Rocky, Um Lutador.
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 para baixar papéis de parede com os carros radicais utilizados na Corrida Mortal.
Para conferir o trailer do novo filme, . Para assistir ao trailer da versão original, de 1975, .
 
Todas as fotos que ilustram este texto podem ser ampliadas.

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